quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Vamos encarar o desafio... Somos todos #MaisUm!



        Olá meus queridos!

           Hoje queremos falar (novamente) sobre o Desafio #MaisUm. Em postagens anteriores você já deve ter visto falarmos sobre este desafio e caso ainda não saiba do que se trata, mas tem grande interesse em participar, se liga na dica:

            No 2º Domingo de Julho é comemorado o Dia de Missões Nacionais, e para celebrar este momento, criamos o desafio #MaisUm, que tem por objetivo a evangelização de pelo menos uma pessoa. Para participar, basta preencher o formulário logo abaixo e AGIR! Após a inscrição, estaremos disponibilizando materiais que irão te auxiliar na evangelização e discipulado.

           Assim que divulgamos o desafio, recebemos o incentivo de várias pessoas e com isso, percebemos que era interessante dar continuidade neste novo projeto. Então, decidimos unir o útil ao agradável! rsrs. Em 2008 a União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB) criou um plano decenal de crescimento denominado Projeto Colheita. Um dos objetivos desse projeto é que cada crente congregacional deverá ganhar para Jesus e discipular mais duas pessoas até 2018. Se você não fez isto até o presente momento, saiba que ainda há tempo e o desafio #MaisUm só veio para somar.

           A União de Mocidade da Igreja de Jardim Cruzeiro, em Feira de Santana-BA fez um vídeo muito legal para divulgação do Projeto Colheita e do desafio #MaisUm. Vale a pena conferir, curtir, comentar e compartilhar com os amigos.

           Participe você também! Caso aceite o desafio, conte-nos como tem sido a experiência e o que você tem feito durante o evangelismo e o discipulado. Estas vivências compartilhadas motivam a cada um de nós a continuar fazendo o IDE do Senhor.


Nós acreditamos no PROJETO COLHEITA!
Somos todos #MaisUm!

Priscila Rodrigues


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Cubo Evangelístico - uma boa ideia para um #EvangelismoCriativo




        Continua procurando formas de evangelismo criativo para poder pôr em prática na sua mocidade ou até mesmo individual? Então essa postagem é para você!
        Mais um mês chegou e estamos aqui para falar sobre evangelismo criativo, e o método escolhido do mês foi o “Evangecube” muito conhecido como o cubo evangelístico. É um cubo com sete imagens, que muda de forma e figura, onde conta a historia da salvação  através de Cristo Jesus, passo a passo. Dessa forma você pode evangelizar seu amigo, seu vizinho ou familiar de forma dinâmica, divertida e que envolva a pessoa fazendo com que ela conheça o quanto Jesus a ama e quer fazer morada na sua vida. Esse material você pode encontrar nas livrarias evangélicas da sua cidade (ou até mesmo online!). 
        Maneiro o método de evangelismo? #ShowDeBola Ta ainda procurando alguma forma criativa? Então corre e se junta logo com o seu grupo ou a mocidade da sua igreja e vamos proclamar as boas novas de Jesus. Ah, e se tiver outras dicas, pode compartilhar conosco! :)


        E pode aguardar! No próximo mês vamos voltar com outras formas bem legais e dinâmicas para podermos continuar falando para todos das maravilhas de Jesus tem preparado para todos nós. 

Larissa Marques


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Estudando a Bíblia Entre Irmãos - Aliança Abraâmica (pt. III)



       Olá, gente! Hoje terminaremos o estudo sobre a Aliança Abraâmica! Leiamos o que o nosso secretário Arthur mais escreveu a respeito dela.

REFLEXÕES TEOLÓGICAS!

* Aliança Abraâmica

       Deus revela sua aliança com Abraão e seus descendentes em estágios progressivos. Gênesis 12.1-3 prediz a extensa relação pactual de Deus com Abraão. Como havia prometido, Deus agora está se comprometendo fazer de Abraão uma grande nação. A aliança divina ulterior se compromete fazer de Abraão e seus descendentes uma luz para os gentios que se concretizará no capítulo 17. O relato do salmista das promessas e renovações pactuais sucessivas com Abraão, Isaque e Jacó (cf. Gn 26.3, 4; 28.13-15; 35.11, 12) louva a Deus por um ato pactual unificado (Sl 105.8-15; cf. Mq 7.20). As promessas e renovações progressivas constituem um compromisso pactual completo da graça.

* Justificação pela Fé

       Gênesis 15.6 é fundamental para a doutrina da justificação pela fé, não pelas obras (ver Gl 3.6-14). Abraão não é impecável, porém crê na promessa do nascimento de um herdeiro dentre os mortos (ver Rm 4.17-21; Hb 11.11, 12), e Deus conta isso como equivalente à satisfação das demandas morais mais tarde estipuladas na aliança mosaica (ver Sl 15). De conformidade com Neemias (Ne 9.8), Deus faz uma aliança com Abraão porque acha fiel o coração de Abraão. Este é o modelo de nossa fé na ressurreição de Jesus Cristo, fé que Deus nos creditará como justiça (Rm 4.22-25).

* Fé

       A vida de Abraão revela as verdades da fé para o cristão. Abraão solicita a certeza de que possuirá a terra, pois compreende que, para possuir a terra, terá que desapossar os pagãos. Ao sustentar a fé de Abraão, Deus concretiza sua aliança. A terra pertence a Deus. Para que os cristãos possam possuir vida em Cristo, os velhos “reis” e “deuses” têm de ser desapossados. Com este propósito, Deus prometeu seu Espírito como a garantia de nossa herança (ver Ef 1.11-14). Deus permanecerá fiel às suas alianças, a despeito da debilidade de seus parceiros humanos. Como a próxima cena (Gn 16) da história de Abraão o demonstrará, a fé de Abraão e Sara é “defectiva”. De igual modo, Noé, Israel, Davi e Pedro fracassam depois de Deus fazer com eles uma aliança. Não obstante, a aliança de Deus permanece. Ele permanece fiel.


       Pois é, gente. A história de Abraão tem muito a nos ensinar. Mas não pense que acabou! Semana que vem falaremos dos dois filhos que ele teve, veremos as consequências de querer "ajudar a Deus" no cumprimento da promessa do filho... Não perca!

Ênedy Fernandes



O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sábado, 29 de agosto de 2015

Preparativos: Encontro Regional na IEC de Itaberaba - 11-13.set.15


Graça e Paz!

Após 4 anos, o Encontro da 34ª Associação Regional da UIECB volta à Itaberaba. A FEMEC34 esteve por lá em dezembro de 2012 no 2º Encontrão Jovem. Como o tempo passa rápido... Enfim, agradecemos a Deus por mais essa oportunidade de estar com essa igreja que é tão querida. 

Além do momento de reencontro, abraços e conversas, a ocasião é de festa em vista que o Rev Diógenes Cardoso será empossado como pastor presidente daquela IEC. Sabemos que é um novo desafio, que a FEMEC34 preste alguma ajuda nessa nova caminhada, tal qual tantas vezes já fomos apoiados por ele.




Sobre a atividade com a Mocidade, desta vez desenvolveremos em conjunto com os Adolescentes. Iremos retomar um ponto que passou um pouco despercebido no Dia de Missões Nacionais, o #DesafioMaisUm. Iremos aproveitar que estamos às vésperas do Encontro do Vida e vamos bater na tecla do evangelismo pessoal; claro que não estamos negligenciando ações evangelísticas em locais públicos, pelo contrário, durante a tarde participaremos de um evangelismo no bairro Oriente, promovido pela FEUAF, onde distribuiremos literatura bíblica, haverá trabalho com crianças e teremos a oportunidade de falar sobre o plano da Salvação.

Voltando a falar da Mesa Redonda sobre o #DesafioMaisUm, iremos aproveitar para compartilhar experiências sobre o evangelismo pessoa à pessoa. Apresentaremos mais abertamente o projeto, mas já vamos dizendo que não é nada novo, pois foi Cristo quem nos deu este mandamento.

As informações de praxe todos já sabem, avisem com antecedência, o valor é R$ 35,00 e lembrem-se da Biblioteca FEMEC. 

Tendo em vista as ausências no nosso último Encontro Regional em Salvador, com total ciência das dificuldades que envolvem estas viagens, peço aos presidentes e pessoas de contato das UMECs que busquem enviar seus representantes, ou então, no caso de impossibilidade, as justificativas. 

Em caso de alguma dúvida ou caso algo não tenha ficado claro, pedimos que entrem em contato pelo contatos: femec34@gmail.com 

Confirme presença no nosso Evento no facebook: 


mp



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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

1º Emprego, Experiência e Segurança - #DeTudo1Pouco


Acho que não foi só eu que fiquei puxando na memória aqueles momentos citados no nosso post de Calouros, Prioridades e 1º Emprego. Mais uma vez vamos falar daquelas experiências inicias, desta vez no mercado de trabalho. Hoje, temos como colaboradora uma jovem que é uma pessoa maravilhosa! *-* (rs) Ela é uma Diva... rs!

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Olá Galerinha da Femec,

É com muito prazer que venho compartilhar um pouco com vocês sobre a minha trajetória profissional. De início, assumo que o mercado de trabalho nos instrui a sermos pessoas mais orientadas e maduras. A vida nunca foi fácil para mim, tive uma adolescência muito conturbada e amadureci bem cedo (mas esse assunto deixa para um outro momento). Não tive a oportunidade que muitos têm, como a minha irmã teve, de sair do ensino médio e fazer um curso técnico ou, como outros, uma faculdade.

Terminei meu ensino médio em 2007, e como a situação exigia de mim um emprego, comecei a trabalhar ainda aos 17 anos ganhando menos de um salário mínimo e trabalhando 34 horas semanais em uma farmácia de manipulação. Agora imagina só, uma garotinha tão inexperiente, sem instrução nenhuma do que era o mercado de trabalho, lendo receita de médico, ouvindo desaforos de clientes e, além de tudo, abrindo a loja todos os dias de segunda à sábado antes das 09:00hs, e isso era apenas o treinamento. Quando completei a maioridade fui efetivada na empresa, depois de quase um ano trabalhando como trainee. Uffa! Fiquei tão feliz rs!, Acho que isso acontece com quase todo mundo que busca o primeiro emprego.

Foram muitos altos e muitoooos baixos que passei nesse primeiro emprego, acho que cada um de nós passamos por momentos assim em nosso dia-a-dia profissional. O que vale registrar é o cuidado que minha mãe sempre teve comigo, chegava em casa morta de cansada e ela sempre me apoiou, (Né Mô? Você também pegou essa fase! rsrs) Coisas como essas que marcam as nossas vidas. Pois reter o que é bom nos torna pessoas mais saudáveis espiritualmente. rsrs

Permaneci nesse emprego 3 anos e meio, e sou muito grata às pessoas que conheci ali, pessoas que briguei, porque via coisas erradas acontecendo e não aceitava, quem me conhece sabe que não gosto de nada errado. Lógico que hoje sou muito mais perfeccionista que antes. (Será que isso é bom? rs) No entanto, foram etapas que contribuíram de alguma forma para eu ser essa pessoinha que sou hoje, sempre digo que não existe uma fórmula para se viver, você apenas aprende a viver cada dia, um após o outro. Mas essa consciência eu não tinha aos 17 anos, fui adquirindo ao longo da minha jornada. E foi nesse meu primeiro contato com o mercado de trabalho que descobri que nasci para trabalhar com pessoas, porque gosto de conflitos, acho que eles são essenciais para uma empresa ser bem-sucedida do mercado, lembrando sempre que o direito do outro começa junto com o meu, e que o individualismo nos torna pessoas tolas. (Fica a dica!)rss. E não poderia deixar de mencionar esse meu Maridão que, como a minha mãe, sempre me apoiou em tudo, sempre foi verdadeiro comigo, meu amigo de todas as horas, todas mesmo, e ele sempre disse e continua dizendo até os dias atuais que preciso só aprender a ser mais paciente e ter justiça com amor. rsrs

E assim finalmente termina minha história resumida do meu 1º Emprego.

Espero que tenham gostado!

Sheila do Nascimento  (IEC Federação)


                                                E você? E eu? E nós?

A pergunta da semana passada se repete: Já passou por este momento? Pretende Passar? Tem boas lembranças ou nem tantas por este período? Durante sua vida profissional sua segurança estava em perigo por algum motivo? Conte para nós sobre este momento tão singular ;)



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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Estudando a Bíblia Entre Irmãos - Aliança Abraâmica (pt. II)



         Boa noite, moçada (eita, gíria véia essa, viu? kkk)! Vamos dar continuidade ao entendimento da aliança abraâmica com o nosso irmão Arthur!


  • Segundo Encontro Divino: Aliança Acerca da Terra (15.7-21)
         Quando a bíblia fala no versículo 7, “Eu sou o Senhor” denota a autoridade irrevogável da declaração que segue. As antigas alianças reais incluíam um prólogo histórico. O prólogo histórico nesta aliança, juntamente com o “Eu sou o Senhor”, prefigurou o Êxodo e os Dez Mandamentos que seguem (Êx 20). O êxodo de Abraão de sua pátria, e o êxodo de Israel do Egito, são os dois eventos centrais na formação de Israel como nação. O verso 8 diz ”como posso saber que hei de possui-la? ”. A pergunta poderia ser interpretada como sinal de incredulidade, mas essa interpretação não se adequaria à avaliação do narrador de que Abraão confia em Deus (15.6). Mais provavelmente, o pedido de Abraão por sinal é motivado pela fé (ver 15.6). Queixa e fé não são antitéticas; a queixa tem por base a atitude de levar Deus a sério. Como preliminares da aliança houve o sacrifício (vs, 9). Embora seja provável que agora um sacrifício não esteja em pauta, todas essas são espécies que poderiam ser oferecidas no altar.
         O versículo 12 marca o começo do segundo encontro. O assustador cenário de trevas intensas corresponde às trevas de Israel e ao declínio de sua sorte no Egito. Estêvão sintetiza esta visão em Atos 7.6, 7. Quando a bíblia relata a aflição de “quatrocentos anos” nos mostra um número redondo para a figura mais precisa de 4 séculos (ver Êx 12.40, 41). O povo de Deus tinha de aprender a ser paciente (2Pe 3, 3-10). No verso 15 quando se fala em “Velhice”, literalmente é “cabeça grisalha”. Visto esperar-se que dor e tristeza provavelmente só venham com a idade (Gn 42.38; 44.29, 31; 1Rs 2.6, 9), acrescenta-se “ditosa” para denotar uma vida próspera (Jz 8.32; 1Cr 29.28). Deus mantém suas promessas (Gn 25.7, 8), propiciando aos patriarcas a certeza de que manterá suas promessas a seus descendentes. O Senhor Faz uma Aliança (15.17-21). Já no versículo 16 quando é dito: “não encheu ainda a medida da iniquidade dos amorreus”, quer representar de modo figurado as dez nações relacionadas em Gn 15, 19-21. Deus não mandou o dilúvio até que a terra estivesse totalmente corrompida (Gn 6. 5, 12), e não destruiu Sodoma e Gomorra até que tivesse a certeza de não haver nem mesmo um número mínimo de homens justos remanescente na cidade (Gn 18. 22-23). A conquista e a posse de Canaã por Israel tiveram como base a justiça absoluta de Deus e não a agressão sem fundamento. Mais tarde, quando a iniquidade de Israel alcançou um nível intolerável, Deus expulsaria da terra até mesmo a sua nação eleita.
         Quando a bíblia descreve no verso 17 “um fogareiro fumegante e uma tocha de fogo” quer denotar símbolos da temível presença de Deus. A fumaça e o fogo lembravam ao público original de Moisés a presença de Deus entre eles enquanto se dirigiam a terra prometida (Ex 13, 21; 19, 18). Enfim o verso 18 mostra a aliança de Deus com Abraão. Ela tem semelhanças com concessões de terras reais no antigo Oriente Próximo, outorgadas por reis aos servos leais e a seus descendentes em caráter perpétuo, no entanto, essas concessões de terras não eram inteiramente incondicionais, como o capítulo 17 deixa claro.

         Chegamos ao fim de mais uma parte dessa história tão importante no plano de redenção. Semana que vem voltamos com a última parte da aliança abraâmica!


Ênedy Fernandes



O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Calouros, Prioridades e 1º Emprego - #DeTudo1Pouco


Após nossa última passada por aqui com Arquitetura, Faculdade e Calouros, soube que teve gente que se interessou só por causa da parte da arquitetura (rs), mas não se preocupem, voltaremos com estes assuntos. Para hoje, temos como colaboradora uma jovem que está vivendo os primeiro momentos da graduação em Pedagogia (em outra oportunidade falaremos sobre isso). Por enquanto, fique bem a vontade (rs)!

Vamos lá ;)

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"Calouro, indivíduo inexperiente ou ingênuo." Não é que isso é verdade?! (rs)

O primeiro semestre na faculdade é um desafio, pois temos de nos adaptar a uma nova rotina, uma nova vida acadêmica. É uma fase de conhecer os professores e ver a forma que eles trabalham. Conhecer a instituição, saber se organizar e rever os seus próprios medos e objetivos e, principalmente, o que está fazendo naquele curso. Ah! Principalmente é preciso organizar os seus horários; assim que entrei no primeiro semestre tive a plena convicção de como de fato o tempo é precioso e muito curto.

A maior dificuldade é saber conciliar família, trabalho, estudo e principalmente seu momento com Deus. Conseguir conciliar o tempo é a melhor maneira de começar essa nova vida acadêmica. Sabendo que as dificuldades virão, nada é fácil, mas através dos nossos esforços e dedicação conseguiremos chegar ao final, na nossa vitória. É maravilhoso saber que temos um Deus que nos ama tanto e que está presente sempre conosco. Aí, quando o desespero bater à porta e a vontade de desistir chegar e querer falar mais alto, é preciso lembrar que somos filhos de um Deus que nos ama e está conosco a todo momento.

Nessa nova fase, tenho a expectativa de adquirir conhecimento, saber passar esse conhecimento para os meus alunos, pois numa turma, cada um aprende de uma forma diferente, ou seja, é necessário saber se dar com a diferença de cada um. Creio que ao final do curso, desse aprendizado, terei um resultado gratificante, e o principal é que poderei usar tudo isso para a glória de Cristo

Nivia Barreto (IEC Jardim Cruzeiro)


                                                E você? E eu? E nós?

Já passou por este momento? Pretende Passar? Tem boas lembranças ou nem tantas por este período?A vida de calouro foi antes ou depois do primeiro emprego?



O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!