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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Feliz Hoje Novo | Evangelismo e Discipulado



        O Enfim, ano novo, vida nova, tudo novo... Agora sim! Vamos começar uma nova dieta, entrar na academia, começar uma faculdade, buscar investir num imóvel e etc.

Mas, o que há de novo no Ano Novo? Será que alguma vez você parou pra pensar que, na verdade, não há nada de novo no Ano Novo? Do dia 31/12 para o dia 01/01 não há absolutamente nada de diferente, apenas mais um 1° dia de outro mês...

Então, por que fazemos tantos planos para o ano de 2019, 2020, ...? Não que seja errado ou ruim se preparar para a chegada de um novo ano, pelo contrário, é bem legal, mas por que precisamos esperar o ano que vem ou o mês que vem para pensarmos em realizar ou mudar algo?

O hoje é o melhor momento para se reconciliar com alguém, para se arrepender, para aprofundar seus relacionamentos... Hoje é momento de começar a ler a bíblia, de orar, de ter intimidade com a trindade, de evangelizar... 

Hoje, 31/12 ou hoje 02/01, não importa, contanto que sejam dias proveitosos para as escolhas certas!

Desejo que 2019 seja um ano repleto de "hojes" bem vividos!!!

Em 2019, "alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação e perseverem na oração" (Romanos 12:12).

Camilla Alves


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sábado, 1 de dezembro de 2018

Eu preciso Evangelizar?! | Evangelismo e Discipulado




   Esse é o pensamento de muitos cristãos nos dias de hoje e é o um dos principais motivos da falta de ânimo para levar a Palavra do Senhor aos perdidos. Sabemos que muitos não tem aquele desenvolvimento para falar com outras pessoas ou abordar determinados assuntos, mas a bíblia nos aconselha a perder toda timidez, deixar o nosso orgulho de lado e buscar direção do Espírito Santo para assim termos a iniciativa de levar as boas novas aos perdidos.

   Não existe tempo para falar de Jesus, pois a própria Palavra nos diz isso: Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. (2 Timóteo 4. 2), esqueça essa história que está sem tempo para cumprir a missão que Deus te deu, nunca devemos esquecer isso que o Reino do Senhor vem em primeiro lugar na nossa vida.

   A cada dia que passa, evangelizar, ou melhor, falar de Cristo, tem sido uma dificuldade para crentes antigos e novos, parece que levar as boas novas se tornou um tabu dentro da igreja. Hoje vemos crentes que preferem ficar sentados num banco e ir todo domingo à igreja, do que abrir mão de qualquer tarefa para se reunir com alguns irmãos e cumprir com o seu chamado.

Até quando iremos ser crentes bonitinhos de domingo à noite?! Até quando iremos esconder os nossos dons e talentos? Quando iremos entender que temos uma grande missão?

Está na hora de largar o comodismo e fazer o que Jesus nos ensinou e mandou. Chega de vivermos para nós mesmos, vamos viver totalmente para Cristo, sentir a dor do próximo, ouvir as pessoas e compartilhar as maravilhas que Deus fez e faz nas nossas vidas. 

Quer uma ajudinha para evangelizar!?

Evangelizar é contar sobre Jesus para outras pessoas, é apresentar ao mundo essas quatro coisas importantes:
1) Deus é Santo e criador de todas as coisas; 
2) Todas as pessoas são pecadoras e merecem a ira justa e eterna de Deus; 
3) Jesus é Filho de Deus, se fez homem e, mesmo sem pecados, foi morto e ressuscitou para nos libertar e nos dar a vida eterna; 
4) O único modo de alguém ser salvo e reconciliado por Deus é arrepender dos seus pecados e reconhecer a Cristo como seu único Senhor e Salvador. 

Tendo essas bases acredito que você terá um pouco de facilidade para falar de Jesus para muitas pessoas. Não se esqueça que você antes de tudo precisa da direção de Deus e sempre pense no que irá falar, com quem irá falar e o modo que irá conversar com as pessoas.

Nunca se envergonhe do evangelho, se sinta honrado em puder levar a palavra de Deus para os perdidos e sedentos de Deus.

Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para sua memória.
Marcos 14:9


Lucas Costa

O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!



quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Ainda sobre o Dia de Missões Internacionais | Evangelismo e Discipulado


Vamos lá...

Hoje iremos falar (mais uma vez) sobre missões!

Talvez você que está lendo esse texto, apenas pelo início dele, já vai ter em mente tudo o que vai estar escrito, não é verdade?

Talvez você pense: eles vão começar falando sobre o significado de missões, depois explicar como podemos contribuir com missões e, por fim, sua importância!

Bem, não irei desapontar aos que pensaram isso! ;)

Missões pode ser definida, sem precisar acrescentar uma vírgula, utilizando Mateus 28:19-20 (mais um texto que sabemos repetir de olhos fechados)! E missões podem ser feitas de diversos modos, você pode orar, pode contribuir ou pode ir! Assim, sendo um mandamento do próprio Jesus, precisamos refletir sobre a prioridade que esse assunto tem em sua vida!

Eu também já ouvi bastantes discursos como o apresentado acima, mas a pergunta que precisamos (devemos) nos fazer é “até quando iremos viver de meras celebrações de datas de calendário?” ou “como podemos deixar viver na teoria bíblica?”... 

É confortável demais participar de cultos comemorando datas congregacionais relacionadas a missões, fácil demais falar para si mesmo que não tem esse “chamado” e triste demais continuar desobedecendo a uma ordem de Cristo!

Que a passagem por essa data do calendário Congregacional sirva para além de mais um “culto diferente”...

Deus nos assiste nas nossas fraquezas, então, recorramos a Ele para encontrarmos forças n’Ele para obedecê-Lo!

Camilla Alves

O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!



sábado, 3 de novembro de 2018

Amando Igual ao Mestre | Evangelismo e Discipulado


"Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei." João 15:11,12

Ame mais, não  julgue
Ame mais, apenas desfrute 
Ame mais e cuide!
Ame mais, só ajude 


"Falar é fácil quero ver viver assim!" Isso é o que muitos falam, mas dizem isso porque ainda não desfrutaram do amor de Deus que nos faz amar até os nossos inimigos. Amor que não tem explicação, que faz a necessidade do próximo vir primeiro que a nossa, amor que nos ensina a servir sem reclamar, um amor verdadeiro e justo, este é o amor de Deus em nossas vidas.

Imagine se o olhar de Deus fosse que igual ao olhar do homem?!
Eu creio que nenhum de nos estaríamos vivos ( kkkk). 
Quantas vezes você já cantou "Dai-me um coração igual ao teu meu Mestre..."?!
Mas não sai da canção e o coração continua o mesmo. Pois é, precisamos e necessitamos viver mais o amor de Deus e transmitir às pessoas que ainda não conhecem esse "ousado amor". O amor de Deus é o verdadeiro, vigor para a alma e nos leva a cumprir a sua vontade.

É preciso entender que o amor de Deus sempre sobressairá independente do nosso querer, pois a capacidade do ser humano é limitada e falha. Jamais  entenderemos  o motivo de Jesus ter escolhido Pedro, aquele que o negaria  e Judas Iscariotes, aquele que o trairia. Pode-se dizer que o motivo de Jesus ter escolhido ambos foi para mostrar que Ele irá nos escolher mesmo sendo falhos, mas também mostrando que é necessário um coração transformado e regenerado, assim foi Pedro, pecou e se arrependeu tendo um coração "igual" ao do Mestre.

Que possamos a cada dia amar as pessoas independente de quem seja, aprendendo com Cristo que o verdadeiro amor, Ele não faz acepção de  pessoas, não cria obstáculos para nos aproximarmos daqueles que precisam, intensificando o nosso sentimento relacionado ao outro, com um amor transformador.

#FazendoDiscipulos
#EnsinandoEmAmor

Lucas Costa

O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!



quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Igreja Reformada, Sempre se Reformando | Evangelismo e Discipulado



Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.
2 Coríntios 13:5

Olá pessoal! Estamos passando por aqui, mais uma vez, para trazer à memória aquilo que deu esperança ao povo de Deus no século XVI, e para nós, povo de Deus em 2018, é de fundamental importância, pois “a igreja reformada, deve estar sempre se reformando”.
Essa importância toda se dá por que dia 31 de Outubro se comemora o Halloween (dia das bruxas)? Óbvio que não! Kkkkkkkk... Dia 31 de Outubro, para nós protestantes, é o dia em que comemoramos a Reforma Protestante (este ano comemoramos 501 anos da Reforma Protestante), que foi (é) um movimento político, religioso, social e econômico do século XVI, que transformou(a) a história do mundo ocidental, e por isso, seus reflexos se estendem até hoje.

Retornando à ideia inicial do texto, qual seja, “igreja reformada, sempre se reformando”, a primeira impressão que se tem é de um movimento de total esquecimento e descolamento das velhas práticas, da produção de algo totalmente novo, de reformar tudo, trazer, criar e fazer algo nunca visto antes na história das “indústrias vitais”, entretanto, o movimento da Reforma Protestante é justamente o contrário de tudo isso.

A Reforma foi, e é, para a igreja de Deus, um movimento de retorno às práticas dos primeiros cristãos, quais sejam, leitura da palavra, oração, comunhão (partir do pão) e simples e precisa exposição das Sagradas Escrituras.

Sabemos que o contexto histórico da igreja no século XVI era de extrema pobreza espiritual, em que os interesses da igreja terrena (igreja romana), sufocavam os interesses da verdadeira igreja, a igreja santa e imaculada do Senhor Jesus. O poder político e econômico da igreja romana eram as prioridades à época, as Escrituras foram deixadas de lado, o relacionamento com Deus não exigia nada além do que cumprir os rituais estabelecidos pela religião dominante, e quem ousasse a discordar e levantar a voz contra todo pecado, era excomungado e morto. 

Portanto, para retornar à prática da piedade e da verdadeira adoração, a Reforma Protestante foi fundamental para a igreja de Deus, pois proporcionou aos crentes em Cristo a oportunidade de retorno às Escrituras, e mais do que isso, de acesso ilimitado às Sagradas Letras, pois até isso os cristãos eram “impedidos” pela igreja romana, pois havia uma “ditadura do clero”, em que somente os estudiosos de teologia tinham acesso à Bíblia. A doutrina do sacerdócio universal de todos os crentes ( todo cristão é sacerdote de alguém, e somos todos sacerdotes uns dos outros, conforme Lutero) era comumente esquecida e suprimida.

Deste modo, devemos compreender e usar a sentença “igreja reformada, sempre se reformando”, como um alerta da nossa tendência de nos desviar da teologia, piedade e prática ensinadas nas Escrituras e confessadas pela igreja, e de que não devemos, sob a cobertura desse “slogan” , subverter o que a Bíblia ensina por um contínuo e incessante desejo de “reforma” que nos afasta do Deus verdadeiro.

Referências:
https://voltemosaoevangelho.com/blog/2017/11/igreja-reformada-sempre-se-reformando/

Postagens Relacionadas em: www.femec34.blogspot.com/search/label/Reforma%20Protestante

Arthur Galvão

O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!





quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Destrinchando Mateus 28. 18 | Evangelismo e Discipulado



Oi pessoas! Após um pequeno período sabático, continuaremos com o review do livro, Você Não Precisa de Um Chamado Missionário, de autoria do pastor Yago Martins, publicado pela editora Concílio. O próximo capítulo a ser brevemente exposto é o Capítulo 4

No referido capítulo, o autor adentra na explicação do texto da grande comissão (Mt 28, 18-20). O primeiro ponto destacado, é que devemos perguntar ao próprio texto: “quem deu a autoridade para Jesus?”. A resposta é simples: o Pai. Desta forma, o autor realça que toda a autoridade foi dada a Jesus pelo Pai, portanto “Ele não é um novo Rei, um novo Senhor, o iniciador de uma nova religião que surgiu de um vácuo. Ele veio enviado pelo Deus Jeová, que O exaltou sobremaneira acima tudo e de todos”. Yago continua afirmando que “o Deus Pai é quem cria e desmonta todas as formas de autoridade – tanto humanas quanto espirituais. Nenhuma autoridade pode existir a menos que Deus a coloque no lugar”.

Deste modo, segundo o autor, a Escritura deixa claro que Deus Pai submeteu tudo a Jesus, exceto a Si próprio, e a relevância disso é que a vontade de Jesus está sempre exatamente de acordo com a vontade do Pai. Jesus nos traz os ensinos do Pai: “Quem o vê, vê o Pai, que o enviou” (Jo 14:9). Sendo assim, obedecendo ao que Jesus ordenou, obedecemos à vontade do Pai.

O segundo questionamento trazido pelo autor, é: “esse algo foi dado para quem? ”. O próprio texto é autoexplicativo: “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada...”, portanto, conforme o ensino de Yago, “todo evangelismo deve ser, de modo indubitável e inegociável, motivado por aquele que recebeu, ou seja, por Jesus”. Assim, segundo o autor, Cristo deve ser a primazia em nossos pensamentos quando vamos expor o evangelho, e não os resultados.

Yago continua afirmando que necessitamos “perceber, pelo ensino do evangelho, que devemos ver a salvação dos perdidos como um meio para um fim maior: Jesus ser glorificado nos corações dos que se arrependeram”. O autor realça que, “além de nossa motivação, Jesus precisa ser o tema de nossa pregação. Ora, se nossa pregação é centrada em quem Deus é, devemos, conseguintemente, ter o Filho Jesus como pregação principal, já que ele é a perfeita imagem do Pai (Cl 1:15)”.

Segundo o autor, precisamos compreender que “toda pregação deve ser baseada na Escritura, e toda pregação baseada na Escritura é uma pregação baseada em Cristo”. Cristo nos mostra isso ao falar com os mestres da Lei, dizendo o seguinte: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo 5:39). Logo, conclui-se que, as Escrituras testificam de Jesus, e se nós pregamos verdades das Escrituras, pregamos verdades sobre Jesus.

A terceira pergunta que o autor propõe é: “o que foi dado?”. Vemos que, segundo o texto, foi dada a Jesus autoridade/poder. O termo grego aqui traduzido como “autoridade/poder” é exousia, que está relacionado com um poder de governo, regência e autoridade. Ou seja, foi-lhe dada essa exousia, para fazer o que bem quiser, para governar e reger o mundo.

A quarta pergunta que o autor realiza ao próprio texto é: “em que extensão o poder/autoridade foi dado?”. O texto bíblico expressa que “no céu e na terra”. Assim sendo, Cristo é o único que tem autoridade/poder sobre tudo o que existe e até sobre o que não existe.

No fim do capítulo, o autor propõe uma última pergunta, afirmando que agora que meditamos sobre aquele que recebeu, sobre aquele de quem ele recebeu, sobre o que foi recebido e sobre a abrangência desse recebimento, devemos perguntar ao texto: “o quanto dessa autoridade foi dada a Jesus?”. Yago alega que o Mestre responde ao questionamento no próprio texto: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. Com essa afirmação, Yago conclui que “nenhuma gota de poder foi retida de Cristo. Nenhuma fagulha de autoridade lhe falta. Embora tenha vindo em humildade, ele voltará poderoso, como agora ele já é”.

E são esses cinco breves questionamentos que o autor do livro utiliza para introduzir a interpretação do texto da grande comissão.

Abraço povo de Deus! Até a próxima, se Deus permitir!


Referência bibliográfica: 
Martins, Yago, Você não precisa de um chamado missionário. — 2. ed. — Niterói, RJ : Editora Concílio, 2016.

Arthur Galvão
O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!


domingo, 8 de julho de 2018

DIA DE MISSÕES NACIONAIS - 2º Domingo de Julho - #DataCongregacional



No segundo domingo de julho, a União de Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB) celebra o Dia de Missões Nacionais. E fica para nós a pergunta: O que acontece dentro de nós ao ouvirmos o termo Missões Nacionais?

Pense... Missões Nacionais...

Missões Nacionais...

O primeiro pensamento que tive foi a lembrança do povo nordestino que está afastado dos grandes centros urbanos e tem a seca como um desafio de convivência; depois, interpondo a esta realidade, lembrei-me daqueles que sofrem pela falta de alimento e moradia e estão espalhados pelas nossas cidades. A verdade é que não para por aí, gostaria de ouvir o que cada pessoa pensa sobre esse tema, sim, tenho essa curiosidade, pois como disse o nosso Senhor Jesus Cristo, a seara é muito grande...

Por falar em Jesus, lembro-me também que Ele teve um plano de ação que contemplava primeiramente as missões nacionais. Ele disse “ide por todo o mundo”, mas foi Lucas que fez o registro com maior clareza ao escrever "e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra." (Atos 1:8b)

O plano é ser testemunha em todo mundo, mas começa aqui, onde nós estamos, e Ele fez referência a cidade primeiramente, para então ampliar o raio de alcance. Desta forma, preciso refletir quão obediente tenho sido a este mandamento. Tenho sido esse missionário para meus familiares, vizinhos, amigos, colegas e aqueles que me tem como inimigos?

Ser um crente é diferente de agir "missionarimente", pois um crente pode passar a vida inteira sem testemunhar Cristo ao pensar que por não roubar, por ter a (auto)ideia de ser uma pessoa justa, por não trair, por ir as reuniões da igreja e dar dízimo, já cumpriu o seu papel. Pois é, há quem diga "todo mundo sabe que sou crente...", ou "sou cristão pelas minhas atitudes, não preciso ficar falando de Jesus o tempo todo..."

Como já foi dito, a seara é grande, poucos são os trabalhadores. Deus seja louvado por estes poucos, e que Ele levante mais trabalhadores para a seara dEle. E então, o que é Missões Nacionais para você?

mp


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O que é e como se faz uma oração? | Evangelismo e Discipulado



Lembro-me da primeira vez que compreendi de fato o que era oração... Foi simplesmente uma das maiores descobertas da minha caminhada cristã! Desde então, passei a compreender que este é o momento mais precioso que podemos ter com a Trindade. Temos o Espírito, que nos conduz nesta conversa (pois não sabemos como convém fazer isto) ao passo em que intercede por nós (Romanos 8:26b) e temos Jesus, pelo qual glorificamos ao Pai e temos livre acesso para que esta conversa seja ouvida por Ele. Sem dúvida, este é o melhor bate-papo do mundo!

Mas, juntamente com a alegria desta nova descoberta, veio também o que chamo de “montanha russa”! Inicialmente, comecei a desenvolver um relacionamento muito bacana de intimidade com o Espírito, falava de forma aberta e honesta sobre absolutamente tudo com Ele. Entretanto, depois de um tempo parecia que já não estávamos em “sintonia”, eu já não desfrutava da mesma liberdade de ser quem realmente eu era... 

Durante muito tempo da minha vida foi assim, os altos e baixos se tornaram constantes, não sabia lidar muito bem com aquilo... Só depois de anos, consegui compreender que um dos motivos que me faziam viver uma vida oração inconstante era o fato de tentar depender de mim mesma. Mas com o tempo venho aprendendo que a primeira coisa que devo fazer é depender do Espírito até mesmo para falar com Ele. Parece estranho, mas é isso mesmo... Depender d’Ele porque nem sempre estou disposta a orar, nem sempre tenho palavras para falar, nem sempre pareço ter tempo, então, se eu tentar depender de mim para fazer isso sei que não irei conseguir!

Cada cristão individualmente tem seus próprios gigantes (remetendo á história de Davi) no momento de orar, seja a falta de tempo, de vontade, de interesse, de compreensão da importância desse ato, de disciplina... A realidade, infelizmente, é essa! E creio que para os jovens essa realidade não é nem de longe diferente... 

Quantas reuniões de oração de jovens vemos nas nossas igrejas? (Eu nunca vi!) 
Muitas vezes nos importamos tanto em realizar vários eventos, atividades para integração, pensamos em dinâmicas (o que é muito bom), porém temos que ter em mente que jovens verdadeiramente comprometidos só surgirão se em secreto estiverem desenvolvendo um relacionamento íntimo com o Espírito através da oração!

O próprio Cristo deu o exemplo de como desenvolver tal vida de oração, e quando Ele promete o Consolador, indica que o mesmo irá nos lembrar de tudo o que Jesus fez aqui na terra. Assim, quanto mais comunhão tivermos com o Espírito, mais facilmente teremos a capacidade de ser semelhante ao Mestre, também na oração.

Orar, e mais, orar no espírito (recomendação - vídeo 1), se encher do Espírito (recomendação - vídeo 2) através da oração não tem sido fácil neste período onde enfrentamos um estado de “mornidão” espiritual da igreja, mas precisamos/necessitamos nos dedicar, investir tempo, reconhecer nossas limitações, ter disciplina, para que, através do Espírito Santo, possamos desfrutar da comunhão ilimitada com a Trindade!



Camilla Alves


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domingo, 27 de maio de 2018

Domingo da Igreja Perseguida 2018 | Evangelismo e Discipulado


Olá pessoal! Passando por aqui para falar brevemente sobre a ocorrência do DIP. Mas o que é o DIP!? Para aqueles que não conhecem, o DIP é o Domingo da Igreja Perseguida, movimento que ocorre anualmente, em que as igrejas se unem em oração em favor dos cristãos perseguidos.

O DIP acontece em solo brasileiro desde 1988, tendo como objetivos: o privilégio de interceder pelos irmãos perseguidos; contribuir para fortalecê-los; e conscientizar a igreja no que tange à perseguição que muitos cristãos sofrem. Este ano o DIP acontecerá neste domingo, dia 27 de maio, tendo como temática central os nossos irmãos perseguidos na Índia.

Esse é o momento em que eu e você nos perguntamos: como participar do DIP? Simples. Orando e/ou contribuindo. A participação, especificamente, consiste em um compromisso de mobilizar a igreja para orar e agir em favor dos irmãos perseguidos na Índia, no dia 27 de maio de 2018, mais conhecido como, hoje! Esse momento pode ser antes, durante, ou depois do culto.

Atualmente, a perspectiva é de que mais de 215 milhões de cristãos enfrentam algum tipo de perseguição.

Para saber mais sobre a perseguição aos irmãos na Índia, vejam o texto em:
https://www.portasabertas.org.br/dip/artigo/tema-2018

E o vídeo DIP 2018 | Perseguidos pelo nome de Cristo em:
 https://www.youtube.com/watch?v=MnUOfvWgJmM



Sobre o que é o DIP, disponível em:
https://www.portasabertas.org.br/dip/artigo/o-que-e. Acesso em: 26/05/2018.

Arthur Galvão

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sábado, 14 de abril de 2018

A Unidade Gera Força.🐜🐜🐜💪🏽 | Evangelismo e Discipulado


Já pensou vivermos como uma formiga? Dia pós dia reabastecendo o formigueiro para manter sua companheiras e sua rainha viva?

    Vivemos a cada dia mais afastados do próximo e assim nos sentimos fracos e não sabemos o por quê.  As formigas vivem em unidade todos os dias, mesmo sua vida sendo bem curta. O objetivo delas é obedecer sua rainha e manter sua companheiras vivas. Na natureza as formigas estão na classe dos animais mais fortes do mundo, não por serem musculosas, mas por trabalharem em unidade o tempo todo.

     Romanos 15:5-6 diz o seguinte: “O Deus que concede perseverança e ânimo dê a vocês um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só voz vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Este versículos nos mostra que precisamos viver em união com o nosso próximo, não para sermos apenas fortes, mas, sim, sermos um com o nosso irmão e com Cristo e, assim, juntos possamos glorificar o nosso Pai Celestial.

♫♪“A formiguinha corta folha e carrega, quando uma deixa a outra leva...”! ♫♪

É tão bom vivermos como uma formiga, passar confiança para o nosso irmão, mostrar-lhe que estamos ali para ajudar, que sempre estaremos prontos para a batalha estando sempre a disposição do nosso Rei!

Então, que possamos viver como as formigas e em meio a unidade gerarmos força e, assim, alcançarmos o nosso objetivo, que é fazer a vontade do nosso mestre, nosso Rei e soberano Deus.

Não se apegue a aparência ou aos defeitos de seu irmão e até de seu próximo, mostre que a Igreja de Cristo trabalha em unidade e que esta família sempre estará de braços abertos para proteger e ajudar os outros. Que assim seja feita a vontade de nosso Deus, que trabalhemos a unidade e que cresça a força em nossos corações.

“Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito: quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um único Espírito.”
1 Coríntios 12:12-13

Lucas Costa


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domingo, 4 de fevereiro de 2018

Todo o Poder Sobre os Céus e a Terra (Parte 1) | Evangelismo e Discipulado


Olá pessoas! “Oia” eu aqui de novo para darmos continuidade ao nosso “review” do livro “Você Não Precisa de um Chamado Missionário”, do Yago Martins, da Editora Concílio. O último post dessa série de exposições, falamos brevemente sobre o segundo capítulo do livro.

Hoje, realizaremos uma síntese do terceiro capítulo, que é denominado de “Todo o Poder sobre os Céus e a Terra”, e por ser um capítulo um pouco mais extenso em conteúdo do que os anteriores, dividiremos em: Capítulo 3, parte 1, e Capítulo 3, parte 2. Obviamente, e logicamente que esse escrito será a parte 1.

 O autor inicia demonstrando que embora o poder de Cristo fosse imensurável, e seus atos repletos de divindade, ele era limitado como homem (Fp. 2, 7). Porém, atualmente, Jesus não é mais preso às limitações humanas, não precisando mais “crescer em graça, sabedoria e estatura” (Lc. 2, 52). Sua autoridade foi plenamente restaurada. É nesse sentido que Pedro afirma que Jesus é exaltado pela destra de Deus (At. 2, 33). Quando Cristo ressuscitou, sua posição de autoridade foi restaurada e ele voltou a ser triunfante sobre todos. Desse modo, é por consequência desse momento histórico, em que Cristo é ressurreto e glorificado, que devemos ir por todo o mundo e fazer discípulos em nome dele.

Yago continua explicitando que Cristo afirma que a soberania recebida do Pai em sua ressurreição é a motivação para que façamos discípulos. Afirma o autor: “A soberania que Jesus recebeu não é só o fundamento sobre o qual nossos pés estão firmados ao pregarmos o Evangelho, mas é também o motivo pelo qual os homens devem honrar a Cristo”.

Em seguida, ele introduz a subseção em que anuncia que “Para Deus são Todas as Coisas”, explicando dois conceitos relacionados a glória de Deus: a glória ontológica e a glória atributiva. A glória ontológica é aquela que é intrínseca ao ser de Deus, ou seja, “tudo no universo pertence a Deus, acontece por meio da atuação de Deus e ocorre para Deus, e que ele é glorioso por tudo isto, quer queiramos, quer não”. Já a glória atributiva significa que mesmo Deus sendo glorioso em si mesmo (glória ontológica), somos instados a dar glória a Deus, a “fazer tudo com a consciência de “fazer para Deus”, ou seja, para sua glória”. Em suma, o que Yago quer nos passar neste fragmento do terceiro capítulo é que: “ainda que tudo o que ocorre, de algum modo, ocorre para Deus (glória ontológica), somos ordenados a fazer tudo para ele de maneira consciente e voluntária, dando glória ao seu nome (glória atributiva). O texto da Grande Comissão é uma ordem para a glória atributiva tendo como motivo a glória ontológica de Cristo”.

Desta forma, “embora tudo que acontece no universo “convirja em Cristo” (Ef. 1, 10), ele próprio nos ordena que O tenhamos como fim principal do nosso evangelismo, de modo consciente, abraçando-O como fator motivador primário para a obra missionária. A glória ontológica de Deus é imutável, sem qualquer variação. Porém, a glória atributiva pode diminuir ou aumentar na medida em que vamos dando glória a Deus em nossas vidas”.

Portanto, “antes de irmos pregar o evangelho, devemos ter em mente que toda a obra missionária é para ele”. O autor recorda que a obra que Jesus recebeu do Pai foi a de glorifica-lo (Jo 17, 4). Segundo ele: “Precisamos ser como nosso Cristo, que era tão focado na glória de Deus que podia declarar com confiança: “minha comida é fazer a vontade de meu Pai” (Jo 4, 34) ”.

Segundo Yago, “ao observarmos atentamente a Escritura, não é difícil percebermos que, como diz John Piper, “o alvo principal de Deus é manter e demonstrar a glória do seu nome”, o que também é expresso por Jonathan Edwards: “A grande finalidade das obras de Deus, expressas na Bíblia de modo diverso, é, de fato, apenas uma; e essa finalidade única é chamada, do modo mais apropriado e compreensível, de A Glória de Deus”. 

O autor deixa claro que essas não são apenas opiniões pessoais, mas considerações pautadas numa gama imensa de textos bíblicos, como por exemplo, Isaias 48. Conforme Yago, “essas são palavras fortes: “Por amor do meu nome… por amor do meu louvor… Por amor de mim, por amor de mim… como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem”. Se é por amor dele próprio que Deus age, como podemos pôr os homens como o fim principal das ações do Senhor? ”.

Yago expõe as palavras do Dr. Russell Shedd dizendo que “estabelecer a glória de Deus como prioridade absoluta significa que as prioridades de Deus deveriam ser as nossas”. Logo, precisamos estar motivados pela vontade de que os povos conheçam a Deus, para a glória de Deus. 

Martyn Lloyd-Jones afirma: “O objetivo supremo desta obra [pregação do evangelho] é glorificar a Deus. Esse é o ponto central. Esse é o objetivo que deve dominar e sobrepujar todos os demais. O primeiro objetivo da pregação do evangelho não é salvar almas; é glorificar a Deus. Não se tolerará que nenhuma outra coisa, por melhor que seja nem por mais nobre, usurpe esse primeiro lugar”.

O autor relembra que “Cheeseman nos ajuda a ver que essas não são apenas “discussões teológicas” ou “controvérsias secundárias”, mas questões profundamente práticas que mudam o dia a dia de nosso cristianismo e o modo pelo qual vivemos nossa fé. Se sua motivação missionária são os elogios, você vai se sentir desmotivado quando o mundo te perseguir. Se sua motivação missionária é a obediência aos pastores, você vai se sentir desmotivado quando eles não valorizarem seus sacrifícios. Se sua motivação missionária é a salvação de almas, você vai se sentir desmotivado quando as conversões forem poucas. Ponha sua motivação na propagação da glória de Deus e a imutável autoridade de Cristo dará um ardor perene à sua alma”.

É com esse trecho que o autor fecha a subseção do Capítulo 3 “ Para Ele são Todas as Coisas”, que como falei no início, é um pouco grande todo o capítulo. Assim, fechamos a parte 1 do Capítulo 3 do livro do Yago Martins, “Você Não Precisa de Um Chamado Missionário, da Editora Concílio.

Um abraço povo, e até a próxima, se Deus permitir!


Referência bibliográfica: 
Martins, Yago, Você não precisa de um chamado missionário. — 2. ed. — Niterói, RJ : Editora Concílio, 2016.

Arthur Galvão
O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Vamos à colheita! | Evangelismo e Discipulado



Você já parou para pensar sobre Gálatas 5? Já percebeu que ele se refere a fruto e não frutos? Já reparou que ele fala bastante de domínio próprio?

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Gálatas 5:22

Gálatas, no capitulo 5, fala bastante sobre o controle do nosso eu, em termos paciência e sobre o cuidado das nossas atitudes. Se formos parar e ler direitinho lá nos mínimos detalhes, vamos perceber que tal versículo nos traz um fruto com vários gomos e não vários frutos. Cada ponto que o versículo 22 de Gálatas 5 nos traz, fala acerca de cada gomo desse fruto que nós precisamos ter nas nossas vidas.

Haja paciência nessa vida! O Espírito vem mostrando que esse fruto é cheio de doçura, domínio próprio e foco. Sabemos que é muitooo difícil termos paciência, amar algumas pessoas e entre outras coisas. 

A cada dia devemos pedir ao Senhor que esse fruto venha fazer parte das nossas vidas e que precisamos espalhar a semente deste fruto, lembrem que Deus nos dá muitas coisas para compartilharmos com o nosso próximo. Já pensou trazer o amor ao que é desprezado? Alegrar o triste? Temperar a vida de alguém que não ver mais graça nela, ser bondoso e piedoso com o que não merece bondade...? Essa é a verdadeira forma de plantarmos esta sementinha  maravilhosas na vida de muitas pessoas.

A nossa vida se trata de uma grande plantação, estamos o tempo todo semeando e colhendo, verdadeiramente vivemos em uma via de mão dupla. Por isso, nunca se esqueça que as sementinhas do fruto do Espírito precisa ser plantada na vida de muitas pessoas, principalmente nas que não conhecem o Senhor Jesus.

#PartiuTerLonganimidade
#PartiuGrandeColheita

Lucas Costa


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Seja Abençoador, Seja uma Bênção! | Evangelismo e Discipulado


Hoje vamos falar de bênção, afinal quem não gosta? Rs

Durante a nossa vida, muitas vezes fomos abençoados por Deus de diversas formas: Aquela vaga desejada de emprego, aprovação em exames de concursos e vestibulares, aquelas palavras de consolo e ânimo que nos encorajou... Enfim, o nosso Criador não economizou suas bênçãos para conosco. Além disso, Ele nos ensinou que é possível abençoar. Sim, podemos abençoar!! 

Em Gênesis 12, Deus diz a Abraão: “Sai de tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei. De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma Bênção!”. Abraão foi chamado para viver uma coisa nova, ser abençoado e também abençoar. Por causa de Abraão, Deus teve misericórdia da vida de Ló e sua família.

No Novo Testamento, há a história de um homem coxo que ficava diariamente na porta do templo (Atos 3). Ao encontrar Pedro e João, este homem pediu esmolas, mas os discípulos abençoaram com aquilo que foram abençoados, abençoaram com o poder de Cristo!!

Dessa forma, devemos nos atentar a esse detalhe, pois as pessoas precisam do que temos, as pessoas precisam de Cristo. Recebemos muitas dádivas do Senhor e devemos compartilhá-las. Portanto, sê tu uma bênção!!

Davi Silva

O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Lamentações e o Ano Novo | Evangelismo e Discipulado



O livro de Lamentações de Jeremias são poemas escritos como uma reação ao terror que sobreveio ao povo hebreu com a destruição de Jerusalém pelo exército babilônico. O estado de espírito do povo não poderia ser pior... A angustia profunda, o desespero, o sentimento de não ter Javé ao seu lado, o sofrimento de ver a quebra da Aliança de Deus, de serem expulsos da terra da promessa e vê-la destruída, assim como ver a ruína do templo... 

O livro de Lamentações eu diria que foi uma forma (muito utilizada hoje em dia pelos psicólogos) de vomitar os sentimentos do povo e de Jeremias. O nome do livro, então, não poderia ser mais apropriado: Lamentações! Segundo o “Dicionário Online de Português”, lamentar é uma expressão de pesar, de mágoa diante do infortúnio, ato de se expressar com lamentações, gemidos; pranto, queixa e na música, um canto muito triste, de melodia melancólica. 

Diante desse cenário catastrófico, alguns versículos parecem estar fora de contexto (ver Lm 3:21-26)... Na verdade, eles não poderiam estar num melhor momento, pois em meio ao caos Jeremias se lembra de quem é Javé, olha para trás e recorda que, mesmo diante da falta de perspectiva humana, ele e todo o povo podiam sim ter esperança!
E escreve:

“Minha alma certamente se lembra e se abate dentro de mim.Entretanto, disto me recordo, e, portanto, tenho esperança:As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos..."(Lm 3:20-22a)

Bem, o ano de 2017 está quase no finalzinho e tenho a certeza de que ele não foi tão bom quanto era esperado na virada do ano de 2016. De maneira global, vimos tantas misérias, mortes por guerras, ataques na mídia e fora dela por motivos tão banais, acidentes trágicos, violência chegando à níveis assustadores, instabilidade política e econômica... A lista é vasta e impossível de ser completada aqui...

De forma individual, acredito que cada um poderia escrever algumas “lamentações” de situações ruins ocorridas no decorrer deste ano!  Mas, apesar de tudo isso, temos a possiblidade maravilhosa de olharmos para trás e reconhecer a misericórdia do Senhor a cada nova manhã, de cada nova semana, de cada novo mês! E é essa esperança que sustentou os hebreus, que sustentou Jeremias e que nos sustenta!

Que ao romper o ano possamos olhar para a razão da nossa esperança e agradecer por cada dia que abrimos os olhos e pudemos desfrutar das suas misericórdias, “que são a causa de não sermos consumidos”, sabendo sempre que elas nunca terão fim!

Aleluia!!!


Camilla Alves


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sábado, 23 de dezembro de 2017

Meta Para 2018: Evangelizar | Evangelismo e Discipulado



Mais um fim de ano que chega e com ele as reflexões "O que eu fiz?" e  "o que deixei de fazer?" é muito comum nessa época do ano. Traçarmos todo um planejamento, fazemos votos e promessas a fim de melhorar algo no ano seguinte. Ouvimos sempre: “Esse ano vai ser diferente! Vou fazer isso, mais isso e aquilo...” (rs). Tal comportamento é natural, não é errado traçar planos e metas, mas será que o Senhor está em nossos planos?

No Salmo 121:4-5 está escrito: “Eis que não tosquenejerá nem dormirá o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita”. 

Todos os dias o Senhor cuida de nós, sem dormir e sem cochilar e, além disso, Ele nos dá força para corremos atrás de nossos sonhos e objetivos, entretanto, pensamos mais em nosso corre-corre do que na nossa missão. 

Enfim, precisamos refletir sobre isso. Com certeza temos amigos e/ou colegas  que não conhecem a Cristo e precisamos alcança-los. Portanto, aí vai um desafio para 2018: Ore por seus amigos e  Evangelize-os, pois “... há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” (LC 15:10).


Davi Silva

O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!