segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Estudando a Bíblia entre Irmãos - A Páscoa (pt. I)



        Olá gente! Após várias semanas focados na história de Abraão. Agora falaremos sobre a instituição da Páscoa. E quem irá nos ajudar no estudo desse outro momento bastante importante na história da redenção é o Pr. Gustavo, lá de Santa Cruz Cabrália!! Leiamos:

        Êxodo 12 nos trás o relato da última praga enviada sobre o Egito e revela-nos a maior das figuras da redenção nas escrituras. A páscoa era o sacrifício de um cordeiro no lugar do primogênito. Não só a natureza da morte substitutiva do Cristo foi ilustrada, mas também detalhes da redenção foram trazidos à luz. Para uns, uma noite de juízo, para outros, noite de salvação. A diferença entre o juízo e o livramento, a morte e a vida, a condenação e a salvação foi o sangue do Cordeiro. Eram 430 anos de amarga escravidão, sofrimento, mãos calejadas do árduo trabalho, costas marcadas pelo chicote do carrasco. Vida dura, penosa e angustiante. 
        Mas Deus ouviu a oração de seu povo, e enviou o mensageiro com uma ordem expressa: - Deixa o meu povo ir. Faraó endureceu o coração, e em vez de libertar, pesou ainda mais sua mão.  E Deus, que comandava o coração duro daquele que achava que tinha autonomia e poder, enviou as dez pragas, trazendo juízo sobre os deuses do Egito e quebrando o orgulho de Faraó, tirando assim com mão poderosa seu povo da escravidão.
        O golpe final, foi a matança dos primogênitos, era a décima praga descrita no capítulo doze. A salvação daquele dia fatídico, era o sangue do cordeiro, não havia outro meio de livramento. Não haveria escape, do palácio ao casebre, ricos e pobres, onde não houvesse a marca do sangue na porta, haveria um velório no dia seguinte.
        A páscoa foi para Israel o dia da independência. A noite de terror para as famílias egípcias, foi noite de libertação para o povo de Israel. A primeira informação que o texto nos trás (V. 1-2), é que a páscoa marcaria um novo começo para o povo de Deus. Temos nestes versos uma instrução direta de Deus, para que, aquele mês passasse a ser contado como primeiro do ano.A páscoa era o começo de uma nova vida ao povo de Deus. Era um novo momento, deixariam de ser escravos e passariam a ser peregrinos na direção da terra prometida. Era o memorial de que a escravidão cessava ali e começava uma vida nova e livre.
        Assim como o nascimento de Cristo faz a divisão na contagem do tempo na história, a páscoa traça um novo tempo na nação de Israel. Da mesma forma quando encontrados por Cristo, quando atraídos a Ele, não há vida que não mude. A transformação é tão grande que é notada por aqueles ao nosso redor. Já não vivemos como escravos e sim como livres.
        Os versos 3 ao 6, narram a forma que o livramento aconteceria. Cada família deveria separar para si um cordeiro sem defeito, macho de um ano. Esse cordeiro, ou cabrito deveria ser guardado por quatro dias. O objetivo de guarda-lo por 4 dias, era ter a plena certeza de não haver nele defeito. O cordeiro uma figura de natureza branda e inofensiva é frequentemente usada nas escrituras como uma figura de Cristo. O próprio João batista, em João 1:29, ao ver Jesus vindo em sua direção, para que o mesmo o batiza-se disse acerca dele: - Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Jesus era o cordeiro sem defeito, prefigurado na páscoa de êxodo doze. Ele não conheceu pecado; Ele não cometeu pecado; Ele se manifestou para tirar os pecados. Até mesmo Judas seu traidor, disse que ele era inocente.
        O sangue do cordeiro serviria de sinal (V. 7). Não bastava matar o cordeiro, era necessário aplicar seu sangue à porta, para que tudo atrás dela fosse salvo. Quando o anjo da morte passou, não foram as boas obras que salvaram as família, mas a marca do sangue nos umbrais das portas. Não serão nossas boas obras que nos garantirão a entrada nos céus. Não somos bons o suficiente para tal feito, pelo contrário, se a salvação de nossas almas de nós dependesse, o céu ficaria vazio.

        Então é isso! Na próxima semana continuaremos com a origem da Páscoa. O fato de Cristo rememorá-la e trazer seu sentido mais específico faz com que ela seja algo muito importante! Continue conosco, até lá!
Ênedy Fernandes

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O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Refugiados, Apoio e Perseguidos - #DeTudo1Pouco



       O silêncio pairou após falarmos de Morte, Palavras e Refugiados. Quem sabe é por ser um assunto que nos deixa sem palavras, mas que sempre possamos refletir sobre isso.

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       As notícias dos mortos na fuga dos países que estão sendo afligidos por guerras chegavam com naturalidade nos jornais, até que uma fotografia surpreendeu a comunidade ocidental global. Daí há aqueles que apoiam a recepção dos refugiados e os que desejam manter o bloqueio no continente europeu.

       Quem apoia a abertura dos "portões", discursa pela necessidade de abrigar e socorrer a tantos que estão sofrendo em virtude da guerra que pressiona para que fujam de onde estão. Há também quem manifeste ajuda, mas não seria abrigando milhares e milhares de pessoas em seus países, eles justificam que ao permitir a entrada, estarão dando brecha para movimentar terroristas, doenças e crise econômica.

       Percebemos que, em meio a todo esse tumulto, muitos se solidarizaram e vão visitar e prestar apoio a estes refugiados. No entanto, inverso a esse posicionamento, encontramos vídeos na internet em que os refugiados recebem alimentos como animais, ou então são chutados e derrubados.

       A chanceler da Alemanha disse que essa situação mudará o país e espera que seja uma mudança positiva.

E você? E eu? E nós?

        Como enxerga tantas mudanças no cenário mundial? Acha que é tudo distante, sem envolvimento conosco? Sabia que grande parte destes perseguidos são cristãos?

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Estudando a Bíblia Entre Irmãos - Ismael e Isaque (pt. II)




1- IMEDIATISMO PODE SER UM GRANDE PROBLEMA

       Primeiramente, é seguro dizer que entre a promessa que Deus fez a Abrão de dar-lhe um filho e o nascimento do mesmo muitos anos se passaram, talvez quase três décadas! Como foi dito na semana passada, olhando de fora parece simples criticar a atitude de Sara em dar a sugestão de Abraão ter um filho com Agar e o mesmo aceitar a sugestão. Mas pense que já havia se passado dez anos desde que Deus prometeu descendência ao patriarca (veja o final de Gn 16:3). E olhe que mesmo após o nascimento de Ismael houve um período de mais 14 anos até o nascimento de Isaque, o filho da promessa.

       Esse fato nos mostra que imediatismo é uma coisa perigosa, principalmente hoje em dia, que tudo que demora mais do que um clique de mouse já está demorando demais. Com Abraão percebemos que o querer "aqui e agora" pode trazer prejuízos irreparáveis para nossas vidas. Como já dito também, essa pressa dele rendeu uma rivalidade que se extende até os dias de hoje. Embora não seja um consenso, existe uma grande possibilidade que os árabes sejam descendentes de Ismael, e sabemos das tantas mortes que essa rivalidade entre árabes e israelitas já causou.

       Conclusão: Deus não precisa de ajuda, ele é onipotente. Precisamos ter o discernimento para perceber se não estamos colocando colocando a carruagem na frente dos bois.

2- UM GRANDE OBSTÁCULO PODE (E DEVE!) SER UMA OPORTUNIDADE DE FORTALECIMENTO

       Após algumas décadas, Abraão e Sara finalmente veem o filho da promessa nascer. Ambos se regozijam e dão graças ao seu Deus, que foi fiel e cumpriu sua promessa. Mas, de repente, esse mesmo Deus ordena que este filho seja sacrificado. Novamente, é preciso "entrar" na história pra entender como Abraão, sem titubear, simplesmente levantou, e de madrugada mesmo saiu para cumprir o que Deus mandou.

       O nascimento de Isaque foi para o patriarca a prova de que Deus, não "só" era todo-poderoso, mas que era fiel à Sua própria palavra.

       Em Hebreus 11:17-19 nós vemos o autor considerando que Abraão entendeu que não precisava temer àquela ordem divina, ele entendeu que Deus tinha poder para ressuscitar Isaque, caso fosse necessário. Não estou de forma alguma querendo considerar que obedecer a Deus e ir sacrificar seu filho foi algo fácil e tranquilo para Abraão, apenas que ele não Põs em cheque de forma alguma a soberania de Deus, ele simplesmente aceitou e confiou que Isaque seria aquele que o daria grande descendência.

       Conclusão: Mesmo que pareça uma contradição absurda e sem sentido, sempre será melhor obedecer. 

CONCLUSÃO

       Em última instância, esse episódio de Isaque aponta para Cristo. Podemos estabelecer uma ponte pelo fato de que a vida de Isaque foi poupada, e em seu lugar o cordeiro foi imolado. E sabemos que o sacrifício que Cristo fez foi de igual forma substitutivo. O AT está cheio de referências tanto da vinda de Cristo quanto do seu sacrifício. Que de igual maneira estejamos, durante toda nossa vida, nos remetendo a este sacrifício final e perfeito que nos livrou da condenação eterna!

       Então é isso, pessoal! Finalmente encerramos nossa "fase abraâmica". Agora iremos dar um salto histórico, a partir de semana que vem falaremos da instituição da páscoa! Até lá!

Ênedy Fernandes




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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Morte, Palavras e Refugiados - #DeTudo1Pouco



A postagem sobre Segurança, Perigo e Morte na semana passada facilmente poderia ser o de hoje. Os dias, semanas, meses vão passando, mas as notícias continuam a chegar. Sequestro, inocentes baleados, perigo, espanto foram situações próximas que soubemos desde nosso último post na sexta passada. Respostas e comentários ecoaram num misto de esperança de um futuro eterno e indignação com a situação atual: “É preciso orar e anunciar as boas novas”, “é preciso organizar caminhadas pelas ruas falando da verdadeira paz”, “sempre registrar boletim de ocorrência após sofrer algum ato criminoso, independente da distância e dificuldades que isso possam envolver.”


        A Organização das Nações Unidas estima que no mundo 102 pessoas morrem a cada minuto, nessa lógica, são 8,8 milhões de pessoas por dia. Quem sabe quando ouvimos isso, não temos a noção do real impacto de quantas vidas são atingidas com a morte de cada uma dessas pessoas que morrem. Muitas vezes sentimos quando são pessoas próximas a nós ou que produzem alguma identificação ou comoção (claro que essas não são as únicas razões).

        Inacreditavelmente essa semana recebi a notícia que um conhecido do trabalho foi encontrado morto em sua residência. Dizem que foi por causas naturais, já tinha uma idade avançada. E rapidamente a notícia se espalha entre os colegas de profissão e a informação da necessidade de cada pessoa entrar em contato com o filho para prestar as considerações. Mas o que falar?!

        Lembro-me que quando foi a minha vez, quando estava do outro lado, aquele que é o de quem perdeu o pai, foram poucos os contatos das pessoas do ambiente profissional no dia em que aconteceu. Tenho certeza que muito teve a ver com aquela pergunta (O que falar?), tendo em vista que muitos falaram que pensaram em ligar mas acharam ser um momento muito delicado e preferiram não “importunar”.

        Certa vez ouvi o Rev Russel Shedd falar que já estava chegando ao final da vida, que o tempo dele aqui estava acabando. Já ouvi declarações semelhantes a essas de diversas pessoas, de idades totalmente variadas. Mas está aí um assunto que faz as pessoas refletirem sobre o futuro, presente e passado: Morte


                                                E você? E eu? E nós?

        O que diz em um momento de morte? O que já ouviu em momentos que nós estamos sentindo pela partida de alguém? E a questão dos refugiados e a imagem que rodou o mundo de uma criança morta na beira da praia da Turquia?

mp


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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Estudando a Bíblia Entre Irmãos - Ismael e Isaque (pt I)



       Olá, pessoal! Você deve estar estranhando que nosso quadro de estudo da bíblia esteja sendo postado na terça, mas é que a gente resolveu respeitar o dia de ontem, dia da independência do Brasil...brincadeira, brincadeira! O feriadão acabou afetando nossa  mente e esquecemos da postagem, perdoem-nos! rsrs

       Enfim, hoje quem contribuiu conosco foi o Pb. Vespaziano, Jota! (rsrs) Ele que se encontra a frente do nosso trabalho lá em Brejões, que por sinal é o local onde temos uma UMEC bastante participativa e muito fiel nas contribuições para a nossa FEMEC34! Aplausos pra eles (uhuuul! rs).

       Mas antes de passarmos a palavra pra ele, queremos dar um breve resumo da história de Agar e seu filho, Ismael.
       Basicamente, o plano de fundo da história se baseia na promessa que Deus fez a Abrão de ter um filho, mas Sarai, sua esposa não creu nisso plenamente. E a manifestação dessa descrença se deu justamente ao sugerir ai seu esposo que tivesse um filho com Agar, pensando, então, que assim estaria "ajudando" Deus a cumprir sua promessa. Abrão acabou concordando e assim o fez. O fato é que Agar, ao estar grávida, tirou onda (a Bíblia diz que Agar desprezou Sarai, mas contextualizando...rs) da sua senhora Sarai, ao passo que esta a humilhou, e Agar fugiu, constrangida.
       O Anjo do Senhor, então, se apresenta a Agar e a diz que sua descendência seria numerosa, que seu filho (o qual o Anjo a disse que se chamaria Ismael) seria "como um jumento selgavem", um grande guerreiro.

       Pronto! Dado esse resumo vamos ao texto do nosso querido Pb. Jota!

       Temos muitas lições e aplicações nestes capitulo. Tenho me deliciado com os comentários dos irmãos sobre o Livro de Gênesis! Meus queridos irmãos, quantas vezes temos vivido nossa fé de maneira deficitária? Abrão tinha fé, Sarai tinha fé, mas a promessa parecia mui demorada. Como agimos nestes momentos? Talvez seja até fácil, olhando o texto, repreendê-los ou criticá-los por não saberem esperar no SENHOR. Mas nós temos realmente aprendido a esperar no SENHOR? A Palavra de Deus tem sido suficiente para nós? Temos aprendido a confiar nas Suas promessas? Como é difícil fazer o caminho da humilhação. Agar desprezou sua senhora, foi humilhada e fugiu da sua presença, talvez esperasse Abrão montado em seu cavalo branco vindo a seu socorro (rsrs). Afinal, ela carregava em seu ventre o único filho do idoso Abrão. Não sei se Agar conhecia o Deus de Abraão, como era sua relação com Ele, mas diante das dificuldades e das escolhas erradas de Sarai, Abrão e da própria Agar em desprezar sua senhora, o Deus que vê veio ao seu encontro, lhe deu novo ânimo, nova esperança e uma tarefa; fazer o caminho de volta. Humilhante? Pode ser. Mas depois de um encontro com o SENHOR, podermos voltar com a certeza que Ele cuida de nós. No entanto, antes, devemos invocar o nome do SENHOR, estabelecermos um altar para que nunca mais nos esqueçamos que o Deus que tudo vê nos escolheu e cuida de nós com amor e carinho.

Ênedy Fernandes



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domingo, 6 de setembro de 2015

Semana de Oração - EJR na IEC em Itaberaba/BA

"Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores.
Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor;" Tiago 5:13,14

       Nos próximos dias de 11 a 13 de setembro teremos momentos que, com certeza, serão especiais. Mas durante essa semana queremos concentrar nossas atenções nas atividades que acontecerão lá em Itaberaba, e também naqueles que estarão envolvidos: os representantes das nossas UMEC's, a liderança das igrejas, as atividades (na quarta-feira, ao orar pela IEC Itaberaba, também ore pelo Pr. Diógenes, que na oportunidade estará sendo empossado como pastor de lá!).

       Ore sabendo que você mesmo deve ser resposta de oração! Participe, contribua, se disponibilize para fazer deste encontro algo proveitoso e edificante, compartilhe esses motivos com outros irmãos, para que estejamos unidos nesse propósito!
Ênedy Fernandes


E então, vamos orar juntos?

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Segurança, Perigo e Morte - #DeTudo1Pouco


Quando falamos de 1º Emprego, Experiência e Segurança, encontramos muitas manifestações, não sei se foi por conta do tema, da história ou da autora (rs). De fato, é um momento marcante na vida de qualquer pessoa e as lembranças são inevitáveis.

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Mas falar de Segurança... Que Segurança?! Hoje é mais uma sexta-feira, dia 04 de Setembro de 2015, e com muito pesar abordamos sobre a dura e pura realidade da completa insegurança a qual vivemos.

Há menos de uma semana que em Salvador uma jovem foi assassinada durante uma tentativa de assalto; mais do que isso, numa rápida busca no site da Secretaria de Segurança Pública da Bahia - www.ssp.ba.gov.br -  encontramos o registro de 14 homicídios durante os dias 29 e 30 de Agosto (incrível que só registra alguns casos de Salvador e  Região Metropolitana (o caso da jovem que mencionamos no início do parágrafo não consta na estatística o.O ).

Hoje pela manhã, no ponto de ônibus que pego o transporte para ir ao trabalho, minha esposa e eu fomos alertados para estar atentos, pois todos os dias pela manhã um carro prata está realizando assaltos naquele local, a polícia falou para evitar ficar no ponto de ônibus (Sim, e onde vou esperar o ônibus?!). Não tem duas semanas que estivemos em Cajaíba/BA (tem um Campo Missionária lá) e ficamos perplexos com as notícias de violência que foram realizadas de maneira tão explícita e a total impunidade.

Hoje, em São Paulo, em frente a Catedral da Sé, duas pessoas morreram após um homem ameaçar uma mulher que rezava lá dentro durante a missa. Um morador de rua de 61 anos de idade, numa iniciativa que realmente não tenho como definir, saiu em direção ao criminoso e o derrubou, libertando a mulher que estava sendo ameaçada; o criminoso foi morto pela polícia, mas não antes de realizar vários disparos e matar o anônimo herói...

Não faltariam exemplos de situações em que presenciamos o perigo, de jovens e adolescentes conversando abertamente sobre tráfico e/ou morte, quando não são neles mesmos que encontramos o vivo retrato dessa triste realidade...

                                                E você? E eu? E nós?

Temos orado pela situação da nossa vizinhança, cidade, Estado, país? Podemos fazer algo a mais? É difícil pensar que, assim como entraram na Catedral em São Paulo, podem entrar nos locais das nossas reuniões? Temos feito o que para evitar a morte de tantos?

mp


O SENHOR É A NOSSA FORÇA, O NOSSO CÂNTICO E A NOSSA SALVAÇÃO!